Sep 3

Aurora, Chrome e Ubiquity: aperitivos da web semântica?

Em tempos de Chrome, Ubiquity e Aurora, acho que não tem como escapar do assunto “navegadores”. Depois que se cansou de discutir redes sociais, web 2.0, design centrado no usuário, os olhos agora se voltam para aquele que é o elemento mais importante pra se aproveitar os recursos que a web oferece, o browser.

A guerra que o Danilo mencionou no post anterior, é bem tangente. A equipe do Opera tirou um pouco o time de campo na hora de lutar pelo espaço no desktop, e focou seu trabalho no nicho de mercado menos explorado até então: sistemas mobile. E nisso tem se tornado absoluta (apesar das especulações da possível versão do Chrome para Android, que parecem bastante coerentes).

Enquanto isso, a Microsoft vê sua hegemonia ruir perante o novo modelo de sociedade comunal do Open Source. O modelo “comunista” do Firefox e do conceito Open Source – agora também adotado pelo Chrome – tem ganhado força, apesar da Microsoft ainda ser líder de mercado. (Qualquer semelhança com a relação China x EUA é mera coincidência – ou sinal de novos tempos?)

A estratégia mirabolante do Download Day foi uma grande sacada de marketing, que deu a visibilidade que o Firefox precisava (ok, eu também participei do Download Day, mas pra que tanta mobilização se não existia nenhum recorde anterior?). O Google lança o Chrome com história em quadrinho e o furor de sempre que o Google consegue em cada um de seus lançamentos.

E o mercado promete mais. A unificação de funções e serviços parece ser uma tendência. O grande alarde em torno do Chrome, não é somente por ser uma ferramenta com a marca Google, mas chama atenção pela provável integração que terá futuramente com serviços do Google. Conciliar as funcionalidades do Gmail, IGoogle, GoogleReader, Orkut, GoogleDocs, e milhões de outras ferramentas em um único software, realmente soa promisssor.

Enquanto essas coisas todas não acontecem, o Ubiquity começa a trazer essas novas possibilidades de integração. Com a extensão instalada no Firefox, um simples CRTL + Space abre um caixa de busca com opções de busca semântica.
De previsão do tempo, mapas, calculadora, tradução à outros “comandos” que podem ser desenvolvidos pela comunidade, o usuário só precisa escrever o que quer. A extensão ainda está na versão 0.1, mas já prova que a tendência será otimizar a experiência do usuário e a contextualização da informação.

Outra novidade promissora é o conceito do Aurora da Mozilla Labs e a Adaptive Path, um navegador que além da integração de funcionalidades e serviços web, iria revolucionar a experiência do usuário na navegação. O conceito foi apresentado no início de agosto, nesse vídeo demonstrativo.

Por ser ainda conceitual, o Aurora só nos deu uns gostinho do que vai ser a próxima revolução na web. No entanto, os lançamentos do Ubiquity, e Google Chrome indicam que essa mudança pode estar mais perto do que imaginamos.

Sep 2

Google Chrome e a guerra dos browsers

Google avisa que entra no mercado dos browsers com a estréia do seu navegador, o Chrome … e como todo produto da google, é ágil, leve e simples.

A Opera correndo pra lançar a versão 9.5 sempre com novidades, a Mozilla com a estratégia do Download Day fez com que milhões de usuários usassem a nova versão do Firefox… e promete queem breve vai refazer o código que interpreta javascript e vai deixar scripts até 40 vezes mais rápido…

E a Microsoft?
Correndo pra não ficar de fora já que vem perdendo cada vez mais participação no mercado, anuncia as pressas a versão beta 2 do Internet Explorer 8… e o que tem de novidade?

Lentidão!!!!

A maior vantagem do ie, na minha opnião.. era a velocidade… agora fuderam de vez…

“IE8 beta 2 é o browser com pior uso de memória, alega pesquisador”

Segundo materia do IdgNow “a versão mais recente do Internet Explorer 8 exige mais que o dobro de memória do sistema que seu rival, o Firefox, e ativa quase seis vezes mais tarefas para o processador do micro, afirmou a consultoria Devil Mountain Software nesta terça-feira (02/09).
O IE8 beta 2 também consome 52% mais memória que seu antecessor, o IE7, e usa quase três vezes mais tarefas, afirmou Craig Barth, chief technology officer da consultoria.”