Durante a nossa apresentação, mostramos alguns protótipos de estudos que fizemos aqui na AgênciaClick, entre eles um player usando a tag <audio> simulando a interface do winamp e um jogo simulando o Guitar Hero:
O jogo usa os conceitos de <audio> e <canvas> do HTML5, CSS3 e bastante javascript. Eu desenvolvi o game em 4 dias, ou seja, dá pra melhorar muito, devo aprimorar o código, colocar Ranking Online, mais músicas, etc.
Nos próximos posts vou escrever um pouco das experiências em html5 que ando fazendo.
Pra iniciar, fiz um jogo simples daqueles que todo celular tem, usando somente o elemento Canvas.
O Canvas funciona como se fosse um “shape” do photoshop, você cria um elemento e lá você pode desenhar literalmente, circulos, quadrados, linhas, pontos, colocar backgrounds, usar degradê, etc.
Ou seja, de uma maneira porca, basta um onClick num link / botão:
<a href="#" onclick=" window.external.AddSearchProvider('http://www.tidbits.com.br/opensearch.xml');">
Adicione o TidBits na busca do seu navegador
</a>
No exemplo acima, quando clicarem no botão traduzir, irá traduzir todo o conteúdo da div id=”texto” para o inglês, a API do Google detecta automaticamente o idioma original.
Veja um demo abaixo que eu fiz:
Clique em uma das bandeiras abaixo do texto para traduzir para o idioma selecionado:
Há muito tempo que o TidBits ficou só por conta do Danilo, e nos últimos tempos, nem ele tem dado conta.
Eu acabei ficando extremamente focada no meu trabalho como AI, e distanciando muito de tecnologia, desenvolvimento, webstandards (embora estejam altamente interligados!).
É mais ou menos assim que funciona com o usuário: enquanto atender suas necessidades, o IE 6 vai ser o browser que ele vai usar. Isso pode fazer você pensar: então temos que deixar de dar suporte ao IE 6 para que as pessoas parem de usá-lo? Na teoria, passa por aÃ. Na prática, a nossa realidade pode ser diferente.
Enquanto existe capacidade / disponibilidade para replicar a experiências do usuário em TODOS os browsers, estamos no mundo ideal. Quando isso não ocorre, podemos oferecer pro usuário uma versão simplificada, e sugerir que experimente uma interação mais rica com um navegador mais adequado. (O Twitter, por exemplo, adota a segunda opção, enquanto o Google funciona em quirks mode para suportar o IE 6).
Pra finalizar, um vÃdeo (em inglês), chamado “What’s a browser?” - para vocês verem o quanto as pessoas (não) estão preocupadas com isso:
PS: E culpem os usuários, se quiserem. Eles não darão a mÃnima, desde que eles consigam entrar naquele site, seja com o internet explorer, firefox ou uma roda.